Brasil Eleições
Proposta do candidato Flávio Bolsonaro prevê renegociação de dívidas com carência de até um ano
Flávio afirmou que a iniciativa pode reinserir pessoas no mercado de trabalho e movimentar muito a economia
08/10/2026 13h53
Por: Redação Fonte: Agência de Notícias
Reprodução

Em uma declaração para jornalistas, o candidato Flávio Bolsonaro que disputa o segundo turno das Eleição Presidencial, defendeu a compra e o refinanciamento de dívidas por meio da Caixa Econômica Federal.
Segundo ele, a proposta vai oferecer prazos mais longos e juros menores para pessoas físicas e jurídicas endividadas.

“Dá para ajudar as pessoas que estão endividadas a pagarem as suas dívidas. Essa é a nossa proposta: comprar dívidas de quem está devendo e refinanciar pela Caixa Econômica Federal, que vai ser o banco da prosperidade.”

A medida também incluirá a abertura de crédito para quem deseja financiar um negócio ou abrir uma empresa.
Para pessoas físicas, ele propôs seis meses de carência, período em que, segundo afirmou, a dívida ficaria congelada e não haveria cobrança de parcelas.

“Vamos dar uma carência para as pessoas físicas de seis meses. Vai ficar congelada a sua dívida; ela não vai ser reajustada, e você não vai pagar nenhuma parcela.”

Para empresas, a carência prevista seria de um ano. Flávio afirmou que a iniciativa pode reinserir pessoas no mercado de trabalho e movimentar muito a economia.

“Para as pessoas jurídicas, vamos dar um ano de carência. […] Vamos fazer da mesma forma: comprar a dívida. Óbvio que tem um determinado valor, mas, com isso, a gente vai reinserir as pessoas no mercado de trabalho.”

Flávio também relatou ter visto prateleiras com falta de produtos em um mercado de Fortaleza.
Atribuiu o problema à redução do poder de compra da população e afirmou que a situação poderia levar ao fechamento de estabelecimentos e ao aumento do desemprego.

“O povo não tem mais dinheiro para comprar o básico. E aí o mercado não compra mercadoria para repor. A prateleira começa a ficar vazia, daqui a pouco o mercado fecha a porta, mais gente desempregada dependendo do governo.”